Flavour Guide

Seu guía de sabores…

jun
30
2011

>Cleriquot Santo Antonho

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A Cleriquot Santo Antonho acontece no próximo sábado, dia 02 de julhos às 15hs no Studio Dama!!

Para quem não conhece o espaço recém-aberto, conta com dois andares, uma área externa incrível onde ficarão as barraquinhas (cobertas) e uma pista de dança indoor, além de bares beeem grandes para ninguém passar sede, hehehe…Teremos tudo que uma festa Junina tem direito: comidinhas e bebidas típicas, decoração de acordo e até dress-code caipira pra quem quiser… só que com um line up naaada sertanejo, afinal depois de tanta festa junina, queremos mais ouvir um bom House, Indy Music and músicas brasileiras daquelas que a gente ama…

Line up DJs:- Dudu Linhares- Pedro Sabie- Joca Guarim- Well

Festa Cleriquot Santo Antonho
Convites limitados
Sábado – 02 de julho
Das 15 às 02hs.
Rua Ferreira de Araújo, 1056 – Pinheiros .

Pontos de venda:
Thellure: Rua Araçari, 226
Zapalla: Shopping Cidade Jardim
Cafofo Chic: Rua Oscar Freire, 954
Bar Eu, Tu, Eles: Av Brigadeiro Faria Lima, 2902

jun
27
2011

>Coluna EnoDeco: Aromas do Vinho

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GettyImages
Amigos do Flavour,



Hoje quero falar a vocês sobre um assunto que muita gente questiona e tem dúvidas: Afinal, de onde vêm os tão falados aromas do vinho? Se eu sentir um aroma de morango, quer dizer que existem plantações de morango perto dos vinhedos? Ou as vinícolas colocam aromas artificiais nos vinhos? 


De uma forma geral e para falar de uma maneira fácil, como tenho procurado fazer aqui neste espaço do Flavour, os aromas vem da própria fruta (uva) e de como o vinho é produzido. Ou seja, alguns aromas se desenvolvem durante a produção e envelhecimento do vinho. 


Apenas para vcs entenderem algo mais técnico e sem ser muito profundo e complicado, os aromas são divididos em 3 tipos: 
- Aromas primários: São aqueles que vem da própria fruta e normalmente nos lembram frutas frescas (algumas mais maduras e outras mais verdes) ou até mesmo ervas, minerais, vegetais e flores. 
- Aromas Secundários: Eles se desenvolvem durante a produção do vinho, dependendo também do método que o enólogo usa. Geralmente são aromas que nos remetem a madeira, especiarias ou até mesmo leveduras, estas principalmente presentes nos casos dos espumantes feitos através do método champenoise (tradicional/clássico). 
- Aromas Terciários: São aromas que o vinho apresenta durante seus envelhecimento, seja em barrica, em tanques de aço inox ou mesmo nas garrafas. Aromas como couro, cogumelos e tostados vem daí. 


Então, agora já sabem que ao sentirem aromas que não são de uva, não achem estranho ou não cheguem nem perto de falar que colocaram algum aroma artificial dentro do vinho. Eles são todos naturais e a gama que podemos sentir nos vinhos são enormes. 


No próximo post falarei de um aroma específico que muita gente sente e que existe de fato: A Madeira. Contarei um pouco para vcs como se dá esta influência da madeira nos vinhos! 


CHEERS!! 

André Rossi
andre@winet.net.br
www.winet.net.br 

André Rossi, o Déco, participa do Blog Flavour Guide semanalmente com dicas imperdíveis para quem é apaixonado por vinhos.

jun
27
2011

>Porto Rubaiyat em Novo Endereço

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O Porto Rubaiyat saiu da Leopoldo Couto Magalhães para dar lugar a mais um empreendimento imobiliário de alto padrão.

Carlos Iglesias escolheu a Rua Amauri para reabri-lo após 11 meses fechado.
A nova casa  tem 700m² e mantém sua receita de muitos anos de sucesso: dois grandes aquários com as lagostas, piano bar, ambiente sofisticado e o chef espanhol Jesús Ramiro no comando das panelas.

Rua Amauri, 225 – Itaim Bibi- São Paulo
Tel.: (11) 3077-1111
www.restauranteportorubaiyat.com.br

jun
23
2011

>Ajudar Faz Bem: Projeto de Natação “Talentos do Capão”

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Fui jantar ontem no Ici Bistro e, enquanto aguardava a minha companhia, tive uma conversa muito agradável com o simpático maitre Gomes.

Entre “causos” do dia a dia do restaurante e elogios a deliciosa gastronomia de Benny Novak, Gomes me contou sobre o bonito trabalho que ele e um grupo de pessoas do seu bairro desenvolvem com as crianças do Capão Redondo.

Trata-se do Projeto de Natação “Talentos do Capão”, que tem como objetivo tirar as crianças do bairro do Capão Redondo da rua e desenvolver o talento deles na natação.

Idéia simples que conquistou o talento voluntário dos professores de Educação Física Ana Cristina da C. Fernandes e André Petrozziello. Já Gomes, dedicação voluntária, é responsável na coordenação e transporte das crianças para treinamento.

Em 2010, formaram 3 campeões estaduais nas categorias Infantil I (André Adachi) , Infantil II (Caio Tadeu) e Junior I (Iris dos Santos). Tornaram-se a melhor equipe de águas abertas em provas curtas. 

Atualmente cerca de 50 crianças participam (gratuitamente) do projeto que sobrevive da abnegação desses 3 voluntários e com o uso de equipamentos muito antigos doados pela Athletical Center (por ocasião da renovação de seus equipamentos).

Estas crianças todos os sábados, às 7,30h são transportadas nos carros pessoais dos 3 responsáveis até a represa de Guarapiranga onde são feitos os treinamentos.

Mesmo com tão poucos recursos o grupo ficou em primeiro lugar na primeira etapa do Circuito Paulista de Águas Abertas, realizado no dia 29/01/11, na represa do Parque Estoril (com 14 pódios, entre eles 2 primeiros lugares, com crianças de 8 anos).

Os organizadores deste projeto procuram por patrocínio para que possam participar das 8 etapas restantes deste campeonato e do Circuito Netuno de Travessias (restam 4 etapas). Estes recursos seriam destinados aos custos de alimentação e transporte das crianças com mais conforto até os locais das provas, pois não podem transportar as crianças da mesma forma que os transportam aos treinos, uma vez que as provas algumas vezes acontecem em outras cidades, que não na cidade de São Paulo. Também seriam destinados a dar um pouco mais de estrutura durante a fase de treinamento das crianças como uniformização, transporte e alimentação (na fase dos treinos).

Eles estão precisando de touca de silicone/óculos de natação/sunga e maiô/agasalho de frio/roupão.

Para ajudá-los, basta entrar em contato pelo e-mail talentosdocapaonatacao@ig.com.br ou então falando diretamente com o nosso maitre Gomes (11 9679-9515) ou com a Ana Cristina (11 6872-9391) e eles informam exatamente as possibilidades de patrocínio dessa esforçada turma.

jun
22
2011

>Marilyn Monroe e Champagne em sua Homenagem

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Após o leilão do legendário vestido que Marilyn Monroe usou no filme Quanto Mais Quente Melhor (arrematado por US$ 4.6 milhões no último sábado), em que aparece com a saia sendo levantada pelo vento na rua, a atriz agora é homenageada com uma champagne que leva o seu nome em comemoração pelo 50 º aniversário da morte da loira.

Produzido pela casa francesa JM Gobillard & Fils para a empresa norueguesa Rosmersholm, a Champagne Marilyn Monroe é feita de 50% Chardonnay, 25% Pinot Noir e 25% Pinot Meunier e é produzido em Hautvillers, Cumières na região de Dizy em Champagne.

Descrito como frutado, sedoso e delicado, o champanhe tem um aroma elegante, ficou armazenada em adega por três anos e, para saborá-la, foi criada uma flaute curvelínea e sexy que acompanha a garrafa.

A Marilyn Monroe Premier Cru Brut será lançada na Vinexpo (Bordeaux), esta semana, onde é esperado 50 mil participantes de 47 países.

Fonte

jun
22
2011

>5a. Turma do Curso de Intordução ao Vinho

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Mais informações: andre@winet.net.br
jun
22
2011

>As Crônicas Inacreditáveis do Emiliano.

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jun
21
2011

>Vinhos Mexicanos, Peruanos e Bolivianos. Aventure-se!

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Certo tempo atrás me bateu uma curiosidade de ir atrás de informações sobre outros países da América Latina que produzem vinhos. Já sabemos bem que a Argentina, famosa por seus Malbecs e o Chile com a Carmenère e a Cabernet Sauvignon, são as grandes potências latino-americanas no mundo do vinho, contando ainda com coadjuvantes de peso como Uruguai e seus Tannats e o Brasil com seus espumantes e alguns tintos. E a minha pergunta era: Será que existe algum outro país destas bandas de cá que produzem bons vinhos? Por mais incrível que pareça, a resposta é SIM! 

Um ponto de partida importante é não comparar os países que citarei a seguir com os acima descritos. Mesmo o Brasil dá bons sinais de estar à frente deles. 

Então vamos lá: são 3 os países que produzem (ou tentam) produzir vinhos de qualidade. México, Perú e Bolívia, sendo que o mais famoso talvez seja o México. Vamos então falar um pouco sobre cada país: 

Casa de Pietra

O México tem na região da Baja California, literalmente “abaixo da California Americana” quase que a totalidade de sua produção. Cerca de 90% dos vinhos mexicanos saem de lá. O maior nome do vinho por lá é Luiz Agostín Cetto e nos últimos anos tem surgido outro grande nome, que é Hugo d´Acosta e sua Casa de Piedra, que produz um Sauvignon Blanc muito elogiado por Jancis Robinson, famosa crítica inglesa de vinhos. É bem provável que este país se destaque bastante daqui há alguns anos.

Tacama e Tabernero

O Peru é o país mais antigo no cultivo de vinhedos, quando por volta de 1547 foram plantados as primeiras plantas. Mas as pragas que não afetaram Argentina e Chile por volta de 1890, assolaram o Perú e a viticultura só voltou a fazer parte da economia e agricultura local depois de 1960. Os vinhedos estão situados na costa do Pacífico, perto de Pisco e Ica (perto de Lima). Na costa norte, há alguns vinhedos de altitude, com até 1.500m acima do nível do mar. A vinícola mais conhecida é a Viña Tacama. Outra vinícola relativamente famosa por lá é a Vinos Tabernero

La Concepción e Campos de Solana

Por fim, a Bolívia tem como principal característica os vinhos de altitude. A principal região produtora é o Vale de Tarija, que tem uma variação de altura muito grande, que vai de 1800 a 2800 metros. A boa insolação, o solo seco e pedregoso, a pouca quantidade de chuva e boa água de montanha para irrigação fazem desta região uma das melhores da América do Sul. O que resta agora é investir em conhecimento e mentalidade para produzir bons vinhos. Se isto for feito, podemos ter agradáveis surpresas pela frente. As vinícolas mais famosas são La Concepción e Campos de Solana


O que nos resta agora é ir atrás de exemplares destes vinhos para ver a quantas andam e se realmente eles podem ter um futuro tão bom como nossos amigos chilenos e argentinos. 

CHEERS!!

André Rossi
andre@winet.net.br
www.winet.net.br

André Rossi, o Déco, participa do Blog Flavour Guide semanalmente com dicas imperdíveis para quem é apaixonado por vinhos.

jun
20
2011

>Preenchendo o vazio deixado pelo El Bulli

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O restaurante mais influente do mundo se fecha…. Quem irá assumir a liderança?
Ferran Adria no El Bulli, que servirá sua última refeição em 30 de julho. Os efeitos do fechamento será profundamente sentido nos restaurantes em toda a Espanha e ao redor do mundo.
chef Carme Ruscalleda, seis estrelas Michelin (mais do que qualquer outra mulher no mundo), na cozinha de seu restaurante Sant Pau, ao norte de Barcelona, ​​finalizando flan aromatizado com queijo azul.
A entrada de “gambas y alcachofas ou camarão com alcachofras do Ms. Ruscalleda, restaurante especializado em frutos do mar do Mediterrâneo.

Gastronomic Mondrian: um prato feito com bacalhau, pimentas vermelhas e azeitonas em uma base de amêndoas.
No Sant Pau, uma sobremesa feita com quark, yuzu e morangos.
Um prato de doces após o jantar do Sant Pau.
O chef Nandu Jubany fora de seu restaurante, Can Jubany, também na Catalunha. Ele cultiva legumes,  ervas, galinhas e vacas para fornecer ingredientes para a seus refinados pratos tradicionais.
Uma das salas do Can Jubany.
O chef finalizando uma entrada de aspargos brancos gigantes.
Grelhado ervilhas na vagem com chouriço e barriga de porco.
Nhoque de abóbora com trufas de verão em molho crocante de presunto e queijo parmesão.
Massa folhada com maçã caramelizada e foie gras.
O restaurante do chef Quique Dacosta da província de Valencia, no sul da EspanhaEle é um dos novos líderes de cozinha de vanguarda do país .
O chef  Dacosta decidiu recentemente cozinhar apenas com ingredientes a 75 quilômetros de distância de seu restaurante, que inclui o leito do mar do Mediterrâneo.
Interior do restaurante Dacosta.
Suquet de algas algas e flores de alho em caldo de frutos do mar do QuiqueDacosta.
Remolacha, uma meditação sobre beterrabas.
O chef Dacosta prepara a sua versão de camarão.

fonte: NYTimes

jun
16
2011

>Harmonização Parte 4: Defumados, Levemente Amargos e Condimentados.

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Amigos do Flavour,


Para terminar esta série de textos sobre harmonização, queria citar alguns alimentos que merecem atenção na hora de harmonizarmos vinho e comida. São alimentos difíceis, que precisamos prestar muita atenção para termos uma combinação harmoniosa e saborosa.


Alimentos Defumados: Grosseiramente falando, alimento defumado significa uma comida que tem um gosto que lembra fumaça. E este gosto acaba por muitas vezes dificultando a combinação com o vinho. De um modo geral, este tipo de alimento vai bem com vinhos que tenham aromas e sabor de madeira. Ou seja, vinhos que tenha estagiado um certo período em barricas de carvalho ou que tenham recebido “chips” de madeira durante a sua produção com o propósito de deixar o vinho amadeirado. Esta madeira do vinho consegue “casar” com os aromas e sabores defumados destes alimentos. Ou seja, quanto mais defumado for o alimento, mais madeira pode ter o vinho. E eles podem ir do branco ao tinto. Um exemplo típico: Salmão defumado com um Chardonnay que tenha envelhecido algum tempo em barrica fica ótimo!


Alcachofra, aspargos e espinafre são alimentos difíceis de harmonizar. Se pararem para reparar, todos eles tem um certo amargor, por mais que seja leve, e este amargor pode acabar com a harmonização. De um modo de geral, evitar tintos muito tânicos. O que costuma cair bem? Vinhos com boa acidez e em geral os brancos costumam se dar melhor!


Comidas muito apimentadas ou condimentadas. Mais uma vez aqui devemos evitar os tintos muito tânicos e preferir vinhos com boa acidez e algo mais especiado no nariz. Um Shiraz australiano, por exemplo pode ser uma boa saída. Ou então vinhos brancos com boa acidez.


E por último uma dica infalível!
Ao comer um prato, tentem lembrar de onde ele vem, de que região ele é típico. Sendo assim, tente um vinho que venha daquela região também! Ou vocês acham que os Chiantis, vinhos italianos famosos e com boa acidez em geral caem bem com a culinária Italiana, que tem no tomate um de seus ingredientes principais? A acidez do tomate vai bem com a acidez dos Chiantis. Outro exemplo: Churrascos de cortes argentinos ou uruguaios vão bem com Malbec e Tannat. Coincidência? Claro que não! E por aí vai, afinal é um mundo sem fim de combinações!


Espero que tenham aproveitado as dicas de harmonização e que tirem melhor proveito de seus pratos e vinhos!


CHEERS!!


André Rossi 
andre@winet.net.br 
www.winet.net.br 


André Rossi, o Déco, participa do Blog Flavour Guide semanalmente com dicas imperdíveis para quem gosta de vinhos; sempre sem pretensão.

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